NOVELA PANTANAL INFORMAÇÕES
Campo Grande 15 de outubro de 2008.
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A novela Pantanal ao contrario do que muita gente pensa não foi gravada nas margens do rio Paraguaio. Aquela ponte de madeira que aparece constantemente nas cenas da novela esta situada no rio Miranda na região do Passo da Lontra, antiga estrada que servia o trafico de veículos para Corumbá. O rio Paraguaio não tem ponte de madeira. Na região do Pantanal a única ponte que existe esta situada no Morrinhos e é de concreto armado.
“Caverna”
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REJEITADA A PROPOSTA PARA A CONSTRUÇÃO DE SEDE CHICO MENDES
Campo grande 14 de outubro de 2008.
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A Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira, a proposta do Ministério do Meio Ambiente (MMA) de angariar 28 milhões de reais para a construção da sede do Instituto Chico Mendes (ICMBio), em Brasília, além de 11 regionais do órgão pelo país. A emenda de "apropriação de despesa" não foi páreo para os parlamentares, que aprovaram recursos para prevenção a queimadas, ações contra desertificação e infra-estrutura para enfrentar efeitos das mudanças climáticas, somando pelo menos 225 milhões de reais.
O aluguel de um prédio na capital federal tem custo anual de Apesar do alto custo seis milhões de reais por ano.
Para reforçar a necessidade do investimento, a emenda do MMA diz que algumas de suas secretarias precisam funcionar em prédios alugados porque os cinco andares que ocupa hoje no Bloco B da Esplanada dos Ministérios não são suficientes para a área ambiental do governo. “A soma desses aluguéis gera uma despesa que, em poucos anos, cobriria o investimento na construção da unidade administrativa”, diz o projeto, indicando que o recurso pode servir para outras unidades do ministério. “Frente ao combate à desertificação e às queimadas e à necessidade de zoneamento ecológico-econômico, por exemplo, não tem sentido uma sede para um órgão que ainda não está consolidado”, disse o co-autor de todas as propostas de emendas ao orçamento de 2009 na área ambiental, o deputado Sarney Filho (PV/MA). O Ministério do Meio Ambiente não detalhou ao parlamentar onde seriam aplicados os 28 milhões de reais. Com a negativa Comissão de Meio Ambiente, fica a dúvida de onde sairão os recursos para a construção da tão sonhada sede do Instituto Chico Mendes.
“Caverna” |
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ALGA E ARGILA PODEM ATINGIR ATÉ CEM POR CENTO DE PUREZA EM FILTRAGENS DE POLUENTES
Campo Grande MS 13 de outubro de 2008
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Técnicas utilizam alga e argila para ‘aprisionar’ contaminantes
Do ponto de vista ambiental, um dos grandes desafios impostos à ciência é o desenvolvimento de técnicas e processos que evitem a geração, por parte dos setores produtivos, de resíduos potencialmente prejudiciais à natureza. Enquanto não atingimos esse ideal, os cientistas têm trabalhado para propor soluções que possibilitem o tratamento adequado desses poluentes. Pesquisadores da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp, coordenados pela professora Meuris Gurgel Carlos da Silva, participam desse esforço. A partir de técnicas já conhecidas, mas empregando materiais que os leigos poderiam considerar pouco convencionais, como argilas e algas marinhas inativas, eles têm alcançado resultados promissores em estudos voltados especialmente ao tratamento de efluentes aquosos de origem industrial. Graças aos avanços registrados, novas possibilidades estão surgindo, como a criação de um sistema integrado de gestão ambiental.
Dito de maneira simplificada, essas técnicas fazem a filtragem química e física do efluente por meio de um sistema de leitos. O resultado é o seguinte: os contaminantes são “aprisionados” pelos adsorventes e a água é liberada sem a presença de resíduos, numa taxa que pode alcançar até 100%. “Nós classificamos os métodos com os quais trabalhamos de ‘processos de polimento’. São ações mais controladas, destinadas a remover concentrações muito baixas de contaminantes, mas que continuam sendo potencialmente prejudiciais ao ambiente”, explica a professora Meuris. De acordo com ela, os “removedores” mais utilizados em seu laboratório são argilas, algas marinhas e zeólitas (minerais naturais ou sintéticos de estrutura porosa).
Fonte: Jornal da Unicamp
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A empresa MMX de Eike Batista paralisa suas operações em Corumbá MS.
Não é de hoje que este grupo vem sofrendo as conseqüências de suas ações mal planejadas.
Segundo Wilson Britto um contratado desse grupo para o inicio das suas operações que ocorreram na Bolívia a MMX trouxe do Maranhão e Minas Gerais profissionais especializados em varias áreas da siderurgia para liderar o empreendimento em Corumbá. E este grupo muito embora tenha lá suas habilidades com o setor não se adequaram as condições da região de Mato Grosso do Sul.
Wilson afirmou que a maior falha cometida pelo grupo foi instarem-se em pleno coração do Pantanal, e como se não bastasse, no desespero por conseguir a licença ambiental para a operação, propuseram um acordo de não comprar carvão vegetal do entorno do Pantanal. E como a demanda do consumo da MMX giraria em torno de 90.000 metros de carvão vegetal ao mês o carvão dispensado fez muita falta e impossibilitou a produção programada.
A equipe encarregada de compras de carvão não contava com agentes de fiscalização, não ofereceu suporte técnico e jurídico para os produtores que na sua maioria são trabalhadores desprovidos de conhecimentos dessa natureza.
Resultado, a empresa caiu logo na mídia e conseqüentemente na mira dos órgãos fiscalizadores como IBAMA, PMA, Ministério do Trabalho e da Saúde.
Sem coordenação o negocio só poderia falhar. E foi o que aconteceu.
O especialista em carvão vegetal (Wilson) atuante na área desde os anos oitenta na região de Mato Grosso e Mato Grosso do sul, se reuniu com os responsáveis da MMX e alertou para essas conseqüências aconselhando inclusive a não construir a siderúrgica em Corumbá.
Diante dessas declarações nossa redação concluiu que o grupo subestimou e desafiou os órgãos de defesa da natureza local. Sendo assim os resultados não poderiam ser outros.
A imprensa ainda não percebeu que o impacto da economia esta sendo a melhor desculpa para a suspensão das atividades da MMX, que na verdade já se encontrava desestimulada pelo cerco que a fiscalização aplicou nela.
A noticia mais animadora de tudo isso é que os ecologistas estão comemorando com festas o que chamamos de triunfos da grande luta que empreendemos em cima do maior projeto agressor da natureza já existente na região do Pantanal.
Entendemos que muita gente perde com isso, mas são percas temporária que logo retomam seus rumos e que podem serem recuperadas. Infelizmente o mesmo não pode dizer da natureza que uma vez agredida nunca mais volta a ser original.
Estamos confiantes na vitoria da natureza.
Caverna
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